sexta-feira, 13 de julho de 2012
"Eu, no sofá da sala com mãe, passando as lições de informática. Aula do dia: passar arquivos pro pen drive. Quando mãe liga o computador, abre a janela do antivírus. Aí digo: primeira coisa: vá logo fechando essa janela.
Mais uma das lições de informática.
"Outra foi, dizendo, revoltada, a André Gustavo Silva que já fez dois cursos de informática mas não aprendeu nada.
Nicola devolvendo a mãe os ensinamentos de português que ela deu a ele, vide Chicabonzinho e Elevador.
"Mãe cortando a torta de abacaxi e dizendo a amiga:
"Ela (mãe, claro), comprou dois presentes: uma camisa para o vizinho e uma blusinha pra professora de ginástica. Como os dois estavam em embalagens parecidas, ela, precavida, dá uma olhadinha no conteúdo um pouco antes de entregar pra não se atrapalhar na hora. E sai pra entregar. Não deu 5 minutos, chega mãe em casa morrendo de rir com a embalagem na mão.
"Mãe chegou pra mim e disse:
"Asssistindo aos momentos do Pan na Record, pergunto:
quinta-feira, 12 de julho de 2012
COMPILAÇÃO - MÃE FACE TO FACE (E OUTRAS...)
"Essa é clássica. Num desses fins de ano, a gente tava se preparando
pra ir pra casa de rosilma. Marlene Diniz Araujo Mãe tinha feito bolo e
sobremesa e esperava enquanto o povo daqui se arrumava. Isso rosilma ligando e
ela já perdendo a paciência com o povo demorando e eu ainda no banho. Quando
rosilma ligou pela segunda vez, ela atendeu e esbravejou:
- Minha filha, faz uma hora que eu tô aqui no sofá, pronta, esperando esse
povo!
...e eu, no banheiro, só escutei quando ela disse:
... Eu tô aqui em tempo de ESTOURAR, DAR UM PIPOCO E EXPLODIR!!!
Hahahahahahahahahaha...eu no banheiro, não me aguentei. Pense num ódio!"
Lembro que tavam derrubando o muro do cemitério.
E Eu: o que danado vão fazer nesse cemitério?
Mãe olhou pro lado mas não disse nada.
Em outro dia tava la mais entulho e uma parte do muro sendo derrubada.
E eu de novo pergunto: só queria saber o que danado
vão fazer aqui.
E mãe que tem sempre resposta pra tudo, saiu com
essa.
- É um fiteiro, Zalma!
E eu: o quê, mãe?! mulher, tu já visse algum
fiteiro na calçada, colado a um cemitério?
E ela: o que é que tem?
...
Hj quando passo e vejo que foi só um portãozinho
que abriram do lado pra colocar o lixo, lembro do fiteiro de mãe...
Essa foi Sandra Tereza Coutinho Lucena que lembrou hj.
Quando estávamos na cozinha da casa de Nicola, as meninas, Germa e Dó,
admiravam mãe que fazia o café. Aí Dó disse:
- Pia mermo, Maninha, o corpo de D. Marlene Diniz Araujo Mãe...Tá ganhando do
dá gente...olha que cinturinha...
E eu, pra provocar e piscando o olho antes de falar pras meninas:
- Tb, com essa cinta que ela usa?!!
Pra quê eu fui dizer isso???
Sem contar conversa, e com Nicola que, graças a
Deus tava de costa pra ela, mãe levantou o vestido até os "peito", a
la Dercy Gonçalves, e mostrou que não usava cinta.
(as três, boquiabertas por 5 segundos)...Depois,
lógico, risos, risos, risos...
"Neymar" escorrega de barranco e é resgatado por bombeiros.
Só que Neymar é uma zebra criada por um homem que mora num casebre à beira de
um barranco.
Mãe pergunta: zalma, isso é uma zebra?
E eu, olhando na tv aquele bichinho todo listradinho de preto e branco, digo:
- Mãe, tu não conhece mais uma zebra não?
E ela: mas parece um burro.
Aí eu caio na risada mangando dela.
Então o reporter mostra o dono de Neymar com um
frasquinho de tinta preta.
PQP!!! Não é que era mesmo um burro que o dono
pintava pra parecer uma zebra.
Hahahahahahahahahahahahaha.
- Num disse! Diz mãe indo à forra...
"Eu e mãe assistindo Faustão. Que decadência! E ela comentando com
seus comentários sem comentários.
Passa o merchand da sandália e ela:
- Nunca gostei dessas sandálias da "gangrena, gangrene"...sei la
como,é o nome..."
"Mãe contando a meu irmão que o cachorro do vizinho desapareceu e
então o póbi ficou triste que só.
- Aí, Romulo, disse mãe, ele botou uma propaganda do cachorro pra ver se
achava...
Aí meu irmão disse: eita! Ele perde o cachorro e ainda faz propaganda dele. Aí
é que não vão devolver mesmo!"
Eu tenho um tio que é meio surdo (ou surdo e meio). Muita gente já conhece a peça: Dedé. Aí Nicola saiu da Americanas do Shopping com um saquinho e perguntou a ele: Dedé, tu gosta de ALFAJOR? E, claro, ele não ouviu de primeira. E Nicola, diz mais alto: Vc gosta de alfajor??? E ele: Ah, gosto...gosto muito! Nicola entao tira do saco um alfajor e dá a ele. Ele pega e, com um olhar de surpresa, diz: Oxe, pensei que fosse um cd. E Nicola: um cd? E ele: sim! Tu não me perguntou se eu gosto de ELTON JOHN?!"
"Conversando com mãe e matheus na volta de campina, descobri que
brincar de pega na rua era coisa pra fracos:
- zalma, eu brincava era de pega em cima do pé de manga, diz mãe."
"E o narrador antes de começar o jogo Corinthians X Boca, diz: "E o coração dos corintianos hj vai bater diferente". E mãe: o meu não precisa de jogo do Corinthians não...tá batendo diferente todo dia. Isso pq ela tem arritmia. Aliás nós. Estamos nos tratando. Vamos melhorar, se Deus quiser!"
E num programa da RedeTV, uma reportagem sobre elefantes e preservação. A repórter
fala que aquele lugar é um santuário de elefantes.
Mãe: santuário, minha filha, é um lugar cheio de santos. Se é cheio de
elefantes, é um elefantário...
No consulado brasileiro em Roma, contei 5 travestis. Negro, louro, alto, baixo, de todo tipo. Quando chegou minha vez de ser atendida, já fui logo dizendo, antes da atendente ter qualquer dúvida: Então, já nasci operada...hehehhehehe
segunda-feira, 16 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
MÃE: A FILHA DA FILHA!
Bem, antes de começar a contar essa história, gostaria de evidenciar que mãe não é muito chegada a um telefone. Quem me conhece sabe que, quando liga pra mim e ela atende, se nota na criatura uma certa agonia em logo passar o telefone pra mim, sem dar muita conversa a quem tá do outro lado da linha. Parece que o telefone queima ou pesa demais na mão dela. Enfim...
Alguns meses atrás, ela ligou pra Rosilma, sua filha número 3. Do outro lado da linha nem Rosilma nem Steba, meu cunhado, atendiam; quem atendeu foi a menina que faz faxina lá. Então, dá-se o diálogo:
- Zilma? (fala mãe já naquela pressa do telefone queimando ou pesando, sem se dar o trabalho de perguntar quem está falando)
- Aqui é Júlia, a faxineira...
- Rosilma tá aí?
- Não, ela saiu...quer deixar algum recado?
Aí, tudo ao mesmo tempo na cabeça dela: Rosilma não tava, só tava a faxineira, uma tal de Júlia, deixar recado, que recado? Então tá...
- Diga a ela que foi a FILHA dela que ligou!
- Tá bom...disse Júlia.
Desligam o telefone.
Júlia, do lado de lá, pensou: E Rosilma tem uma filha? Mas logo raciocinou e, diante do timbre de voz, etc. o associou à mãe de Rosilma, e não a filha (que Rosilma nem teve ainda).
Do lado de cá, no Trezão, ouve-se a gargalhada de mãe logo após desligar o telefone. Chego junto e pergunto o que foi. E ela, morrendo de rir diz:
- Mulher, acabei de dizer a faxineira de Rosilma que eu era filha dela.
LASCOU! Só bastou isso! Quando me lembrava, começava a rir da leseira de mãe.
No mesmo dia tava eu ligando pra Rosilma:
- Fala, Vovó!
E a coitada atendeu sem entender nada.
Aí fui explicar que ela passara de irmã para avó uma vez que minha mãe era filha dela. Ora, se minha mãe é filha da minha irmã, então minha irmã é minha avó. Hahahahahahhahahahahahahahahahahaha. Aí virou vovó Gatinho (Gatinho é o apelido de Rosilma – aí já é outra história).
Ps. Essa história tb faz parte do "Baú de mãe". Histórias do blog passado que estou "re-postando".

