sexta-feira, 8 de maio de 2009

CAMPANHA MÃE NA REDE!



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Imaginem!
Mãe vai fazer um curso de informática.
Está só esperando formar uma nova turma.
Talvez D. Dalva também vá.
Ai, danou-se!
O que será de mim?
Acima, a campanha que mandei pros 5 filhos de mãe + eu, para "interar" o notebook que vamos comprar pra ela.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Mãe não é relativa. É absoluta!


* Personalidades presentes ao evento.


Era mais uma das festas promovidas pelo animado (tirando as pendengas políticas) mercado publicitário paraibano.
Era um evento promovido pela Gráfica Moura Ramos no Hotel Tambaú, onde esta lançava um catálogo super bem feito, de qualidade, com fotos que demonstravam as novas possibilidades de impressão, como aplicação de vernizes, texturas, etc.
Estavam lá as principais agencias de João Pessoa, que curtiam a banda, saboreavam o jantar e ouviam os discursos dos dirigentes, etc. E eu fui. Com quem? Exatamente. Com ela: a arroz de festa mais animada da Melhor Idade.
As mesas estavam decoradas e em cada uma delas a figura de uma personalidade numa caixinha em papelão.
Ao final da festa, assim como em casamentos, as pessoas estavam levando estas “lembrancinhas”. Mãe, atenta.
- Zalma, olha, pega as lembrancinhas pra tu. O povo tá levando.
E eu: tá! Comecei a caçar nas outras mesas que já estavam vazias, outras personalidades que não o Santos Dumont que tinha na minha mesa.
Ao lado, cacei Che Guevara. Mais lá na frente, peguei Tiradentes.
Achei que já era o suficiente. Quando volto pra mesa, mãe olha para as personalidades e diz:
- Zalma, tá faltando somente um.
E eu: Qual? Não já tenho todos não???
E ela: Não! Tá faltando somente o PALHAÇO.
Eu: O palhaço???
E ela: Sim! Olha ali...Olha ali a mulher levando um.
Quando olho em direção vejo a mulher com exatamente isso na mão:

ps. Clique na foto para ampliar.

domingo, 26 de abril de 2009



CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAI OS PECADOS DE MÃE.



Mãe tava em contagem regressiva. Só ouvia falar de um tal jantar de cordeiro que a igreja da professora de ginástica dela ia dar.
E uma semana antes mãe falou:
- Zalma, vai ter um jantar bem chique com cordeiro que a igreja da minha professora vai dar e ela me chamou. Eu vou com Dila.
E eu: “Eita, mulher, que legal!”
Passam-se os dias e então chega o dia do tal jantar.
Só escuto ela no telefone com Dila:
- Ei, mulher, jantasse? Foi!? Ah, eu não jantei não. Tô indo pronta pra comer o cordeiro.
Pen pen! (som da buzina). A professora passa lá em casa pra buscar mãe e Dila.
- Xau, Zalma, já vou.
- Xau. Bom jantar!
Vou dar aula e nesse dia volto lá pras 9h.
Pouco tempo depois chega mãe.
Quando vou abrir a grade pra ela entrar, só escuto as risadas dela. Aí, pergunto: “O que foi mulher?” E já começo a rir também porque já sei que dali vinha alguma presepada.
E mãe não conseguia nem falar de tanto que ria.
E eu pergunto:
- E ai, o cordeiro? Foi bom?
Aí è que ela riu mesmo.
E eu, macaca velha das presepadas de mãe, fui logo emendando:
- Já sei! Não tinha cordeiro nenhum, né?!
E então ela começa a falar e rir ao mesmo tempo.
- Mulher! Vim o caminho todo rindo. Eu e Dila.
Deixa eu te contar. Agora deixa eu comer logo que eu tô morrendo de fome.
E então, ela continua.
Foi assim. A Igreja muito bonita. Muito bem decorada. Então a gente foi entrando e o pastor tava lá com um computador desses igualzinho ao teu. Branquinho, numa mesinha. Perto dele, a mesa muito bem decorada com frutas, aquele pão redondinho “espragatado” em cima. Como é o nome?
- Pão sírio?
Isso! Agora duro e sem gosto. Uns copos com vinho (acho).
Então, os convidados foram pra perto da mesa e ficaram ao redor, enquanto o pastor começava a falar. Começou falando do significado da Semana Santa, e etc., e a gente escutando.
(Aí, pessoal, peço aos cristãos que não leiam mais essa historia, porque só Deus pra perdoar a tradução que mãe fez das palavras do pastor.)
Então, continuemos.
Aí o pastor começou a falar da historia do cordeiro. Do poder que o sangue do cordeiro tem. Que o sangue era passado nas portas das casas, dentro das casas. E isso fazia com que os soldados ou os anjos? Nao sei. Ou eram os soldados ou os anjos, nao entrassem nas casas.
- Os anjos nao entrassem, mãe? (questiono).
- Sei lá, mulher!
- Não. Tô estranhando porque anjo é coisa boa.
E ela: pois é. Ah, era a historia das doenças. Das pragas que não entravam por causa do sangue do cordeiro. E aí teve uma hora que a gente comeu aquele pedaço de pão seco e então minha professora me deu o cálice de vinho pra beber.
- Não, mulher. Não tomo vinho não?!
E a professora disse:
- Não é vinho não, Marlene. É suco de uva.
- Ah, tá! Então eu tomei.
E o pastor continuou falando que o cordeiro não podia ter mácula, tinha que ser perfeito. O melhor cordeiro.
Nesse momento todos estavam de mãos dadas e de olhos fechados. E eu pensando: eita que esse cordeiro deve tá uma maravilha! Abri uma brecha de olho pra ver se o cordeiro tava chegando.
(E nesse momento imagino que mãe tava imaginando chegar dois cozinheiros de branco e chapeuzinho segurando uma travessa com um cordeiro suculento com uma maça na boca.)
Voltando.
Abri uma brecha de olho e...nada de cordeiro.
Cutuquei Dila, que tava do meu lado, e disse:
- Dila, mulher, cadê esse cordeiro???
- Sei nao, D. Marlene.
E então o pastor, em tom de finalização de cerimônia, menciona aquela famosa frase do “Cordeiro de Deus, que tirai os pecados do mundo”. E conclui a celebração:
- Irmãos, vão na paz de Deus!
Mãe olha pra Dila e num tom de uma surpresa anunciada, pergunta de novo.
- Dila, e o cordeiro????
Então as duas começaram a rir.
Aquela altura confirmaram que o cordeiro, tema do encontro, era meramente simbólico.
Assim, mãe acabara de cometer um pecado: o da gula.
Portanto, peço: “Cordeiro de Deus, que tirai os pecados de mãe”.

domingo, 29 de março de 2009


Eram duas. Com o arremesso, se separaram na esteira.


Então, foi assim...
Fui pro Extra com mãe, tarde da noite, pra comprar minhas porcarias, como ela classifica meus iogurtes, salgadinhos, barras de cereais, água com sabor, etc.
Ela aproveitou o ensejo e foi comprando umas besteiras que estavam faltando em casa. Uma goiabas pra fazer suco, um vidro de leite de coco, uns pedaços de frango e algumas verduras. Num dado momento ela pegou um par de couve e disse:
- Zalma, vou levar pra fazer um pirão.
Ok.
Depois que terminei minha feirinha de besteira, a gente foi pro caixa. Na hora em que eu passava as compras, a menina do caixa pegou o saco com o frango e começou a procurar o código pra pesar. Não achou. Perguntou ao caixa do lado se ele tinha o código do frango desossado e sem pele. Não! Ele responde. Perguntou ao do outro lado. Também não tinha. Chamou o rapaz dos patins que, prontamente, saiu levando o saco de frango pra pegar o tal código. Nesse ínterim, mãe me pergunta:
- Zalma, tu pegou a couve?
- Não. Você que tava com ela nas mãos.
- Ah, mulher, então ficou lá, porque eu não trouxe não.
Aí eu disse: então, vá buscar enquanto o homem vai pegar o código do frango.
E ela foi.
Pouco depois chega o patinador com o código do frango que a caixa registra. E é nesse momento que acontece o improvável.
Mãe vem chegando com as couves. Só que com a demora do patinador trazendo o frango, a fila foi crescendo.
Vejo mãe chegando e já vou me encaminhando pra pegar as couves. Antes que eu tirasse o pé do chão, ela, posicionada antes do último rapaz da fila, há cerca de uns 3 metros do caixa, disse:
- Zalma, olha as couves!
E, num gesto seguro (pra ela) e sem contar conversa, arremessa as duas couves sobre a cabeça da galera da fila. Eu, que nem cena de Matrix, só acompanho com o olhar a trajetória das couves...Vrum, vrum, vrum, vrum...até cair sobre a esteira, um pouco antes do rapaz que seria o próximo da fila do caixa. O menino olha meio absorto, tanto quanto a menina do caixa. Eu, a essa altura, sumi. Morta de vergonha, digo, quando minha querida genitora vai se aproximando:
- Mãe, eu ia pegar as couves, mulher! Não precisava jogar, né?!
E ela, muito tranqüila e dona de si, disse:
- Mulher, não tinha outra opção não. O povo tava na frente e não dava pra eu passar.
E eu, insisto na argumentação: Mas eu ia pegar, mulher. O que fica difícil é ver uma couve voadora em tempo de bater na cabeça de alguém.
A menina do caixa e o menino que escapou da couve assassina começaram a rir.
E mãe: Nada mulher! Tu também, faz um drama com as minhas coisas. Tão normal isso!
Aí eu disse: ah, tá. Tu quer me dizer que é normal uma couve voando num supermercado???
Então, eu emendei: É, pensando bem, me lembro de uma vez que um rapaz jogou uma melancia. Ah, teve outro também que arremessou uma bicicleta...etc.
Agora quando ela disser: Zalma, tu pegou a jaca? Eu vou ser a primeira a correr.

terça-feira, 17 de março de 2009

QUIZ PENADA


RESPOSTA TÍTULO DA FOTO:

É NOZ NA FITA!!!